"Não devemos permitir que alguém saia de nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz."Autor: ( Madre Teresa de Calcutá).
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DA
EDUCAÇÃO PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO
EDUCACIONAL - PDE
PLANO DE TRABALHO
1. IDENTIFICAÇÃO
1.1. ÁREA: LÌNGUA INGLESA
1.2. PROFESSOR PDE: ARACELLE PALMA FÁVARO MOTTA
1.3. PROFESSOR ORIENTADOR IES: ELAINE FERNANDES MATEUS
2. TEMA DE ESTUDO DA INTERVENÇÃO: LINGUAGEM COMO PRÁTICA SOCIAL
3. TÍTULO: ENSINO /APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA:
DISCURSO COMO PRÁTICA SOCIAL.
4. PROBLEMATIZAÇÃO:
Não é preciso muita pesquisa , mas com apenas algumas observações no cotidiano das salas de aula, verificaremos que a maior parte do ensino/aprendizagem de língua inglesa tem se preocupado principalmente com a competência lingüística dos alunos, reduzindo suas estratégias de ensino a mera decodificação e repetição de estruturas mecanicamente, sem significado algum para o educando e totalmente descontextualizadas.
Almeida Filho (2005) faz um diagnóstico das condições de ensino de língua estrangeira nas escolas paulistas, mas que certamente é uma situação que se repete em todo o país. Alguns problemas citados por ele são: ensino desvinculado da realidade do aluno,fortemente gramatical, formalista,com pouca ênfase no uso da língua em atividades relevante.
Neste momento da história, a escola pública tem tido como principal objetivo preparar o jovem educando para exercer sua cidadania através de uma nova forma de perceber o mundo, produzir sentidos e interferir na realidade buscando superar as injustiças sociais as quais parece estar condenado por uma sociedade que privilegia uns em detrimento de outros.
Se faz necessário que também a disciplina de língua inglesa se envolva nesta missão da escola pública, abandonando definitivamente a visão utilitarista e alienante de língua apenas para fins comunicativos, mas resgate sua função social, deixando de lado sua neutralidade e contribuindo significativamente para a formação do jovem levando-o não apenas a situar-se no mundo, mas também interferir nele.
Para tanto a língua inglesa fará uso de seu principal instrumento de trabalho, a linguagem, que deve ser vista como um fenômeno social, histórico e ideológico que pode ser usado pelo homem para transformar o mundo e se emancipar.
Segundo as diretrizes curriculares o ensino de língua inglesa deve proporcionar ao educando a inclusão social tornando-o participante ativo da sociedade capaz de se relacionar com várias comunidades e conhecimentos. Também deve buscar promover ainda a consciência do papel das línguas na sociedade , o reconhecimento da diversidade cultural e a construção de identidades transformadoras.
Então, nesta perspectiva, faz sentido pensar no ensino tornando o discurso como prática social, trabalhando a língua não apenas da maneira tradicional para compreensão e comunicação, mas indo além fazendo uma análise crítica do contexto e intenções do autor com as quais os enunciados foram utilizados. Porém acredito ainda que não devemos parar aí, mas seguir além, buscando o letramento crítico, no qual deve ocorrer o questionamento das relações ocultas de poder e ideologias pelas quais o discurso foi construído, elaborando novos significados e atitudes diante da sociedade. Entendendo que a prática social compreende um processo de ação-reflexão-ação sobre o mundo.
4. DEFINIÇÃO DO OBJETO DE ESTUDO
O objeto de estudo deste plano de trabalho está no aprofundamento teórico sobre linguagem como prática social no ensino de língua inglesa, voltado para a produção de uma unidade didática para alunos da oitava série do ensino fundamental. Nesta unidade didática pretendo explorar o tema “bulling” como uma forma de violência, utilizando para tanto o gênero “depoimentos”. A metodologia a ser utilizada no desenvolvimento desta unidade didática compreenderá atividades em três momentos: atividades para a compreensão da língua, atividades de análise crítica dos discursos e atividade de letramento crítico, ou seja o questionamento das relações ideológicas presentes no discurso.
Pretende-se assim possibilitar ao aluno um posicionamento crítico diante do tema abordado oportunizando a ele uma tomada de consciência sobre sua realidade e uma mudança de atitude.
5.FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
As bases teóricas que estarão orientando o desenvolvimento das idéias expostas neste plano de trabalho são as Diretrizes Curriculares de Língua Estrangeira do Paraná, as concepções de linguagem de Bakhtin e a abordagem de análise crìtica do discurso de Fairclough.
Nos apoiando nos estudos de Bakhtin vamos entender língua como discurso, ou seja, um conjunto de enunciados construídos historicamente, que revelam as relações de poder, ideologia e cultura na qual foram constituídos, dentro de uma dinâmica comunicativa que possibilita a construção de novos e ilimitados significados.
“ a tarefa de compreensão não se limita a um mero reconhecimento do elemento usado, mas, pelo contrário, trata-se de compreendê-lo com relação a um contexto específico e concreto” (Bakhtin, 1973)
O discurso também é entendido como uma forma de prática social, um modo de ação sobre o mundo e a sociedade, assim sendo o discurso deve ser tratado em sala de aula como uma forma de perceber o mundo, construír sentidos e formar identidades, para isso é preciso que se desenvolva um pensamento crítico sobre o discurso que vá além da prática discursiva, ou seja os processos de produção, distribuição e consumo do texto: mas realize um movimento dinâmico de ruptura com o senso comum através do questionamento e da problematização.
“Entender o uso da linguagem como prática social implica compreendê-la como um modo de ação historicamente situado, que é constituído socialmente, mas também é constitutivo de identidades sociais, relações sociais e sistemas de conhecimento e crença.” (RESENDE e RAMALHO, 2005)
As Diretrizes Curriculares também denotam visão Bakhtiniana de linguagem enquanto fenômeno social e dialógico, no qual “ o sujeito se constitui assimilando as palavras e o discurso do outro” e também a visão de
discurso como prática social transformadora e emancipatória, adotando como linha metodológica a pedagogia crítica , cujo um dos pressupostos define que o homem é constituído no conjunto das relações sociais, das quais a linguagem é parte indissociável.
“...a escolarização tem o compromisso de prover aos alunos meios necessários para que não apenas assimilem o saber como resultado, mas apreendam o processo de sua produção, bem como as tendências de sua transformação.”(Diretrizes Curriculares,2006,p.28)
Nesta visão não se concebe mais aquela aula tradicional, na qual a metodologia e os conteúdos são fixos e estáveis e separados da realidade do aluno, apenas com o objetivo de ensinar língua para comunicação e que dificílmente promovem a interação aluno/texto de forma crítica.
Ao entendermos a linguagem como fenômeno social, ideologicamente constituído, devemos entender também que a sala de aula é o espaço de confrontação de diversos discursos, nos quais inúmeras vozes concorrem para a construção de novos significados e formam suas identidades. Portanto o trabalho com o discurso, seja oral ou escrito deve ser realizado num processo de compreensão, reflexão e crítica e como instrumento para interferir e mudar atitudes e a realidade.
“...a língua estrangeira deve apresentar-se como espaço para ampliar o contato com outra formas de conhecer, com outros processos interpretativos de construção da realidade.” (Diretrizes Curriculares, 2006, p.29)
Também é importante que entendamos que o discurso se realiza na prática social através da infinidade de gêneros textuais que se manifestam nos enunciados produzidos pelos sujeitos em seus contextos sócio-históricos, portando é necessário que o professor de inglês, que deseja trabalhar com a linguagem de maneira significativa e transformadora, faça uso em sala de aula dos diversos gêneros do discurso sejam primários ou secundários, só assim estaremos vivenciando a prática social no contexto escolar podendo então refletir e estabelecer formas de ação sobre ela. Para melhor esclarecer esta idéia citamos Paiva ( 2004)
“Quando falamos de ausência de contextos significativos de uso de língua, estamos falando essencialmente, da ausência de gêneros textuais e, consequentemente, da ausência de práticas sociais da linguagem em sala de aula”
A prática social se constrói na interação humana e é através dela que os valores humanos são validados, referenciados e cristalizados, sendo a linguagem um dos principais instrumentos utilizados nesta interação é natural portanto que as diversas práticas sociais constituam e sejam constitutivas de gêneros discursivos e assim também formem a identidade dos sujeitos participantes desta prática , os quais são produto e também produtores dos gêneros utilizados nesta prática social.
Segundo Moita Lopes ( )os diversos e até infinitos gêneros do discurso são construções ideológicas que reproduzem as crenças e visões de mundo e relações sociais de quem os produziu, mas também podem agir para a transformação destas relações.
Não podemos esquecer ainda que, de acordo com as Diretrizes Curriculares (2005, p.37), as práticas sociais de linguagem na sala de aula devem ser significativas para o aluno. Só assim irão despertar-lhe o interesse , o pensamento crítico e o envolvimento cognitivo e emocional nas tarefas propostas.
No processo de compreensão, reflexão e análise crítica do discurso,na diversidade de gêneros nos quais os enunciados são construídos, devemos considerar, conforme afirma Bakhtin ( 1984) a relação dialógica entre o sujeito ativo o texto, pois a interpretação dos enunciados é realizada pelo sujeito a partir de uma comunidade discursiva na qual está inserido e que irá interferir no significado que este irá construir do discurso, num processo de negociação entre o texto e a prática social do sujeito que irá envolver questões de poder, relações sociais, afetividade, conhecimento de mundo e valores.
Para efetuar o processo de compreensão, reflexão e crítica dos diferentes gêneros discursivos trabalhados em sala de aula adotaremos como base teórica deste trabalho a abordagem metodológica da Análise Crítica do Discurso , elaborada por Fairclough.
Este autor propõem um modelo de análise tridimensional, na qual o discurso pode ser abordado em três dimensões: texto, prática discursiva e prática social.
“ A conexão entre o texto e prática social é vista como mediada pela prática discursiva: de um lado, os processos de produção e interpretação são formados pela natureza da prática social, ajudando também a formá-la, por outro lado, o processo de produção forma (e deixa vestígios) no texto, e o processo interpretativo opera sobre ‘pistas’ no texto.(Fairclough, 2001)
A dimensão da análise textual compreende o estudo do vocabulário, gramática, coesão e estrutura textual, ou seja faz a análise linguística.
Na análise das práticas discursivas estão envolvidas as categorias de produção, distribuição e consumo do texto e também a análise do contexto, coerência e intertextualidade. Esta dimensão se ocupa principalmente com os aspectos produtivos e interpretativos do texto.
A análise da prática social tem como objetivo principal trabalhar as ideologias e hegemonia que emanam do texto através de suas formas lingüísticas e práticas discursivas. As ideologias correspondem às significações, representações da realidade presentes no texto, realidade esta que é construída a partir do sujeito que lhe observa.
A hegemonia são as orientações de ordem econômica, política, ideológica e cultural que refletem e são refletidas através da linguagem e de todo o processo de produção do texto.
É nesta dimensão que o aluno é encorajado a ter uma posição crítica diante do texto a realizar questionamentos que envolvam um construir e reconstruir de novas identidades, novas formas de ver o mundo e agir sobre ele.
Estudando o texto nestas três dimensões estaremos trabalhando o discurso como prática social na visão de transformação das relações sociais.
7. DESENVOLVIMENTO METODOLÓGICO
7.1 Estudos Orientados
Momentos de formação/fundamentação através da leitura e resenha de textos, artigos, teses, livros sugeridos pelos professores da IES nas áreas de análise e produção de material didático, teorias de ensino-aprendizagem, gêneros textuais e ludicidade, pertinentes aos cursos desenvolvidos durante o programa e ao objeto de estudo do plano de trabalho.
7.2 Encontros De Orientação
Os encontros de orientação, num total de quatro por período do programa, totalizando 64 horas, ocorrerão conforme datas previstas em cronograma fornecido pela IES.
No 1º período do programa a professora orientadora Elaine Mateus Fernandes e o grupo de orientandos refletiram sobre seus planos de trabalho, levantaram hipóteses, definiram metas, comentaram sobre as leituras realizadas. Foram eles:
18/04/07 – onde conhecemos o nosso grupo de orientandos e nossa orientadora, bem como discutimos a leitura de alguns textos ,que nos foi entregue no dia 04/04/07 após o encerramento do encontro de área, e falamos de nossas expectativas quanto ao programa.
26/04/07 – falamos das nossas idéias com relação ao tema que gostaríamos de desenvolver em nosso plano de trabalho.
22/05/07 – discutimos sobre como seriam nossas ações com relação ao plano de trabalho, qual a melhor maneira de darmos encaminhamento para ele.
13/06/07 - lemos o que já havíamos escritos em nosso plano, rediscutimos a problematização objeto de estudo e metodologia e nos foi indicado novas leituras para a fundamentação teórica.
No 2º período do programa, em conjunto com os professores da rede acontecerá a produção de material didático pertinente ao objeto de estudo , sob supervisão da orientadora e as datas ainda serão fornecidas.
No 3º período as orientações terão como pauta o trabalho de implementação da proposta na escola, o trabalho desenvolvido com os grupos de trabalho em rede.
No 4º período as orientações subsidiarão a elaboração do trabalho final do professor PDE.
7.3 Orientação Aos Grupos de Trabalho Em Rede
Será realizado de forma virtual, através do sistema SACIR. É neste momento que o conhecimento será compartilhado entre o professor PDE e os professores da REDE, e estes poderão sugerir, discutir e incrementar a base teórica selecionada para o objeto de estudo da área do professor PDE, assim como participar da elaboração de material didático-pedagógico.
Um melhor encaminhamento será dado no 2º período do programa, após definições da SEED.
Carga horária prevista : a ser definida pela SEED.
7.4 Encontros Regionais
O encontro regional, de responsabilidade da SEED, realizado em Londrina em 19.04.07 versou sobre o repasse de informações gerais sobre o programa, apresentação da Minuta da Resolução 1905/2007 que regulamenta o programa, orientações sobre o plano de trabalho e sobre o trabalho em rede.
Carga horária : 8 horas.
7.5 Encontros De Áreas Específicas
Encontros com professores orientadores das IES e professores PDE, previstos para acontecerem no primeiro e segundo períodos do programa, como forma de socialização dos trabalhos que estão sendo desenvolvidos pelos professores PDE, perfazendo um total de 32 horas.
1º Período:
- 04/04/07 – Conhecendo o Grupo
- 26/04/07 – Conhecendo os Projetos
- 22/05/07 – Compartilhando Experiências
- 27/06/07 – Planejando Ações em Leitura de Língua Inglesa.
2º Período : estão previstos para 25/07, 22/08, 19/09 e 17/10/07 , com temas a serem definidos.
7.6 Seminários Específicos Do PDE
Previstos para acontecerem no 1º e 2º períodos do programa, organizados na forma de palestras e mesa redonda, totalizando 32 horas, cujos temas são de responsabilidade da SEED/Coordenação do PDE.
1º Seminário:
07/05/07 – 1ª Palestra :
Tema : Conhecimento e Teorias Pedagógicas
Palestrante : Dr. Newton Duarte ( UNESP – Araraquara)
Mesa Redonda : A Formação de Docentes e a Necessária Articulação com a Educação Básica.
Componentes da Mesa:
Dr. Newton Duarte ( UNESP)
Dra. Maria L. Tursi Toledo (UEM)
Ms. Edmilson Lenardão (UEL)
Ms. Alayde M. P. Digiovani (SEED)
08/05/07 – 2ª Palestra :
Tema : Educação e o Mundo do Trabalho
Palestrante : Dr. Giovanni Alves ( UNESP – Marília)
Mesa Redonda : A Formação Continuada Frente aos Desafios do Mundo do Trabalho.
Componentes da Mesa :
Dr. Giovanni Alves (UNESP)
Dra. Elma J. G. de Carvalho ( UEM)
Ms. Edmilson Lenardão (UEL)
Dra. Sandra Regina de O. Garcia (SEED)
2º Seminário : previsto para agosto de 2007.
Neste 1º Seminário Temático foram abordados as Teorias Pedagógicas que têm permeado nosso trabalho como educadores e em que essas práticas têm colaborado ou não no processo de ensino e aprendizagem,a preocupação com a formação dos docentes, a preparação do educando para o mundo do trabalho, assim como o insucesso da política educacional.
7.7 Cursos/IES
Cursos organizados e realizados nas IES, de responsabilidade dos professores orientadores, perfazendo um total de dois cursos de 64 horas cada no 1º período e outros dois com a mesma carga horária no 2º período do programa. De acordo com o cronograma de atividades do professor PDE estes cursos deverão perfazer um total de 256 horas e atender o planejamento curricular do programa.
1º Semestre de 2007
1º Curso : O Lúdico e as Teorias de Ensino-aprendizagem de Língua Inglesa : (Re)criando o conhecimento numa perspectiva sócio-histórico-cultural.
Ministrado pelas professoras orientadoras : Dra. Elaine Mateus e Dra. Denise Ortenzi.
Carga horária : 64 horas.
2º Curso : Análise de material didático sob a perspectiva de letramento crítico e prática social.
Ministrado pela professora orientadora : Ms. Kilda Maria Prado Gimenez.
Carga horária : 40 horas.
Abordagem construtivista e o ensino de leitura.
A ser ministrado pela professora orientadora : Simone Reis.
Carga horária : 24 horas.
2º Semestre de 2007
Estão previstos cursos com os possíveis temas abaixo, mas em datas a serem definidas:
Avaliação dos processos de ensino-aprendizagem.
Produção de material didático.
Leitura em Língua Inglesa.
Planejamento Curricular.
Classroom discourse analysis.
Creative writin
7.8 Atividades/ Disciplinas Optativas
A carga horária, totalizando 64 horas, deverá ser cumprida na participação em disciplinas ou outros eventos realizados na IES, no 2º período do programa.
Possíveis eventos :
Congresso de formação de professores em pré e em serviço.
Oficina de tradução e interpretação.
Seminário de pesquisa da linha ensino/aprendizagem e formação do professor de língua estrangeira.
SEPECH – Seminário de pesquisa e extensão do Centro de
Ciências Humanas.
7.9 Atividades De Formação E Integração Em Rede – PDE
A serem definidas.
.
7.10 Elaboração De Material Didático
Elaboração de uma proposta de intervenção na escola, que se traduz pela produção de uma unidade didático-pedagógica voltada para o desenvolvimento de atividades que visam utilizar o discurso como prática social transformadora, enfocando a análise crítica e o questionamento dos textos utilizados
De acordo com o cronograma de atividades do professor PDE, deverá ser desenvolvido no 2º período do programa, perfazendo 64 horas.
7.11 Implementação Da Proposta De Intervenção Na Escola
Aplicação de materiais didáticos abordando temas a partir de textos de diferentes gêneros discursivos,tendono discurso como prática social uma ferramenta de motivação e facilitação, nas oitavas séries matutinas da Escola Estadual Monsenhor Josemari Escrivá – Ensino Fundamental, por mim e demais colegas professores que queiram participar. Esta se dará no 3º período do programa e abrangerá 32 horas da carga horária, de acordo com o cronograma recebido .
7.12. Avaliação E Registro Dos Resultados Do Trabalho
Dar-se-á por meio da análise das atividades e do feedback dos alunos que realizaram as propostas e professores que as aplicaram.
O registro será em forma de elaboração de um artigo científico que pode versar sobre estudo de caso, uma pesquisa etnográfica e levantamento bibliográfico.
8. CRONOGRAMA DE ATIVIDADES (PERÍODOS DA REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES)
1º Período: 12/03/2007 a 06/07/2007
|
Atividades
|
Datas
|
Local
|
CH
|
|
Aula Inaugural
|
12/03
|
Curitiba
|
08
|
|
Elaboração do plano de trabalho
|
durante todo o período
|
descentralizado
|
24
|
|
Curso 1
|
09, 10, 17, 18, 23, 24, 31/05 e 01/06
|
UEL
|
64
|
|
Curso 2
|
21, 22, 28, 29 e 30/06
|
UEL
|
40
|
|
Seminário Geral 1
|
07 e 08/05
|
UEL
|
16
|
|
Encontros de área
|
04 e 26/04, 22/05 e 27/06
|
UEL
|
16
|
|
Encontros de orientação e acompanhamento do Plano de trabalho
|
18 e 26/04, 07 e 22/05, 13 e 27/06
|
UEL
|
24
|
|
Encontro Regional
|
19/04
|
UEL
|
08
|
|
Ativ. De formação e integr. Em rede - AFIR
|
*
|
**
|
64
|
|
Grupo de trabalho em rede
|
*
|
virtual
|
16
|
2º Período: 23/07/2007 a 18/12/2007
|
Atividades
|
Datas
|
Local
|
CH
|
|
Continuação curso 2
|
*
|
UEL
|
24
|
|
Curso 3
|
*
|
UEL
|
64
|
|
Curso 4
|
*
|
UEL
|
64
|
|
Seminário Geral 2
|
*
|
UEL
|
16
|
|
Encontros de área
|
25/07, 22/08, 19/09 e 17/10
|
UEL
|
16
|
|
Encontros de orientação
|
27/07, 22/08, 19/09 e 17/10
|
UEL
|
16
|
|
Ativ. De formação e integr. Em rede - AFIR
|
*
|
**
|
64
|
|
Elaboração de material didático
|
26/07, 23/08, 20/09, 18/10
|
descentralizado
|
64
|
|
Grupo de trabalho em rede
|
*
|
virtual
|
16
|
|
Disciplina optativa
|
*
|
**
|
64
|
3º Período: 04/02/2008 a 04/07/2008
|
Atividades
|
Datas
|
Local
|
CH
|
|
Encontros de orientação
|
*
|
UEL
|
16
|
|
Ativ. De formação e Integr. Em rede - AFIR
|
*
|
**
|
64
|
|
Grupo de trabalho em rede
|
*
|
virtual
|
16
|
|
Implemt. Da prop, de intervenção na escola
|
*
|
escola
|
32
|
4º Período: 21/08/2008 a 04/07/2008
|
Atividades
|
Datas
|
Local
|
CH
|
|
Encontros de orientação
|
*
|
UEL
|
16
|
|
Ativ. De formação e Integr. Em rede - AFIR
|
*
|
**
|
64
|
|
Grupo de trabalho em rede
|
*
|
virtual
|
16
|
|
Elaboração do trabalho final do PDE
|
*
|
descentralizado
|
32
|
|
Apresent. do Seminário de Socialização
|
*
|
escola
|
08
|
*local ainda não definido
** data ainda não definida
9. BIBLIOGRAFIA
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO. Diretrizes Curriculares de Língua Inglesa para Educação Básica.Curitiba:MEMVAVMEM,2006
SOUZA,L.M.T.M.O Conflito de Vozes na Sala de Aula. In: CORACINI, M.J. (org.) O Jogo Discursivo na Aula de Leitura: língua materna e língua estrangeira. Campinas: Pontes, 1995.
MELLO, S.A. A Escola de Vygotsky. In: KESHEI, C. (org.) Introdução à Psicologia da Educação. Avercamp, 2004. p.135-155.
LOPES, L.P.M. A Nova Ordem Mundial, os Parâmetros Curriculares Nacionais e o Ensino de Inglês no Brasil: a Base Intelectual para uma Ação Política. In: BARBARA, L. RAMOS, RCG (orgs.) Reflexões e Ações no Ensino-Aprendizagem de línguas. Campinas: Mercado das Letras, 2003.
NYSTRAND, M. Dialogic Instruction: When Recitation becames Conversation. In: NYSTRAND, M. Et al. Opening Dialogue: understanding the dynamics os language learning in the English classroom. New York: Teachers College Press, 1997.
LOPES, L.P.M. A Construção do Gênero e do Letramento na Escola: como um tipo de Conhecimento gera o outro. In: Investigações: Lingüística e Teoria Literária. Recife: UPPE, 2005. v.17, n.2, p. 47-68.
ATIVIDADE PARA O MÓDULO UM DO GRUPO DE TRABALHO EM REDE
Observe as figuras abaixo, escolha uma que represente como você se sente enquanto professor de língua estrangeira e justifique sua escolha.
figura 1
figura 2
figura3
figura 4
figura 5
figura 6
Questionário Investigativo:
- Qual das habilidades você privilegia em suas aulas ? Justifique.
- Qual ou quais metodologias que você usa para atingir seus objetivos?
- O que mais te incomoda enquanto professor de língua inglesa ?
- O que você entende por leitura crítica?Você já trabalhou com a leitura crítica em suas aulas ? Se já, qual foi o resultado ?
- O que você pensa de um plano de trabalho cujo título seja : "Ensino/Aprendizagem de língua inglesa: Discurso como Prática Social”?
- O que você espera da troca de idéias e experiências entre os professores deste grupo, via on line ?
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